Meu Verbo
Ele não é descabido
E nem leviano
Faz parte de um plano...
Que sem enganos se mostra ingênuo
Aos desavisados passa sereno
Mas quando sentido é como aclarar
O que não se detêm
Mas não se pode falar
O que não se mantem
Mas não se pode mostrar
Diz mais do que se propõe
Meu verso desmedido
Nas entrelinhas
Entre minhas leves linhas...
Elzinha Coelho
Verbo que habita seu mundo, que inspira e sonha mundos.Beijos.
ResponderExcluirOlá Arnoldo,
ExcluirObrigada pelo carinho.
Beijos
Olá Elza,
ResponderExcluirQue belo poema! você escreve muito bem mesmo.
Obrigado por seguir o erros e acertos. Já estou te seguindo.
Sempre que der vou passar por aqui e comentar.
beijos
Fico feliz Anderson, de tê-lo aqui.
ExcluirObrigada e beijos
Bom dia!
ResponderExcluirLindo demais seu poema.Gosto do teu jeito de escrever.
O verbo é a essência da frase,assim como da vida.
Grande abraço
se cuida
Somos ar e verbo!!!!
ExcluirObrigada pelo carinho.
Um beijo
Nossa, que lindo!!!!
ResponderExcluirLer poesia tão linda num domingo cedo, renova a energia da gente!....
Obrigada Andrea!!!!
ExcluirBeijo grande!!
Elzinha, seu verbo é perfeito para produzir essas belas poesias que tanto encanta.
ResponderExcluirBj
Obrigada pelas palavras.
ExcluirUm beijo