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Mostrando postagens de Janeiro, 2012

Sina de Poeta...

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Entre os dedos... se guardam os segredos...
Os punhos fechados pelo medo
não detêm  o que tem por dentro...
Escorrem liquidamente por entre os meios...
e o que se esconde, se enconde em vão.
O que eram "os segredos"
já não mais os são!


Elzinha Coelho

E assim é...E assim sou...

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Fui eco para teus sonhos
e você não ouviu...
Fui doce para teus olhos
e você nem viu...
Fui musica para teus ouvidos
e você nem sentiu...
Fez a escolha que preferiu.


E agora, quem ouve...
quem vê... quem sente...
Ecos, doces olhares, musica contente
Sou EU!
Vindos de outros sonhos...
De outros olhos...
De outra canção...


Pelo caminho ficou o fugaz
Sigo em frente
Sem olhar para trás


Elzinha Coelho

Des Alinhando

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A minha memória sempre tão clara que bem guarda nossa história faz-me lembrar o verbos teus soltos sem cuidados... jogados... displicentes... sem parcimônia e indiferentes ao que se passa e se pensa ao que se passa e se sente... Verbos, atos e fatos que fecundaram minh'alma  já doída, tão cansada e ferida, da mais pura desarmonia. E não há nada que você possa fazer ou desfazer... Ainda não inventaram a mágica do desdizer do desouvir... do dessentir...  muito menos a cômoda palavra e o pleno sentido  do desquecer...
Elzinha Coelho

Ah! braços...

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Piso meus pés descalços... incertos... incautos Levando leve o corpo Por entre vãos... de sim... de nãos... Por sobre espaços Por entre laços mãos... braços... abraços...
Elzinha Coelho

Indo...

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Enquanto o Sol vem do Norte e cai no Sul, eu venho do Nada e continuo andando...
Victor Triveloni

Reflexão

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Um dia um sábio solitário olhou para o espelho. Vendo seu reflexo, sorriu e disse à si mesmo: "E eu que achava que era sozinho, hein?"... Deus nos fez sobre Seu reflexo, e devemos lembrar que Ele estará sempre ao nosso lado nos momentos de maior solidão.
Victor Triveloni

Frase

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Não confio em gente que o tempo todo é feliz demais; simpática demais; falante demais. O exagero nestes casos me incomoda. É fuga desgastante; é desespero!!!
Elzinha Coelho

Armadilha

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Os dedos param à espera  do quem vem da mente Mas a mente mente... displicente, descaradamente Mente aos dedos que aguardam pacientemente... Mente indiferente  Fria, ausente... Os dedos esperam o que vem da mente mas a mente mente e mente...
Elzinha Coelho


in Segurança

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Para você mulher, que morre por um amor mal ou não correspondido, vai aí uma dica.
A insegurança paralisa o andar, travando os passos nesta passarela que é a vida. Saber quem é ou o que pensa que é;  o que quer ou o que acha que quer,  faz parte do namoro entre você e você. Mas é uma situação que não deve perdurar por muito tempo se quer mesmo sair deste estado estático. Um dia terá realmente que saber quem é (e isso implica em aceitar o que há de bom e ruim em você) e o que quer. Com o acreditar no que se é e no que se quer, também vem a certeza do que se merece (olha aí a Segurança). Então sim, tire a rasteirinha dos pés, calce um salto 15, levante o queixo, segure o teu coração nas mãos e vá!!!

Elzinha Coelho

Fotografia

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Fotografo pela retina um instante
Congelando o momento na retina
E revelo na memória mil histórias...
As crises, os amores, as vitórias
Dias de sol ou céu nublado...
Noites de lua, céu estrelado...
Tristezas...Alegrias...
Tudo de bom ou ruim é revelado
Pela doces mãos da nostalgia.... 


Elzinha Coelho


Nosso Coração

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Investir no sossego do próprio coração é algo tão complexo por causa da sua simplicidade. Porque ser simples é uma das coisas que mais dificulta a nossa vida. Investir no sossego do próprio coração é não abrir uma brecha, que poderá virar uma represa, para alguém que não está disponível afetivamente. Investe no sossego do próprio coração quem não rumina o que machuca, quem não fica descascando a ferida impedindo que a mesma cicatrize. Investe no sossego do próprio coração quem sofre, grita, chora, mas ♦───┼►cresce! Investir no sossego do próprio coração é coisa que não vem com a idade, mas com a ideia de que se pode vivenciar um momento de paz e repouso, é entregar-se ao desconhecido com inocência e totalidade, é não ter medo de pronunciar verdades, é ser honesto consigo, com o outro em quaisquer situações, mesmo acompanhado, pois as consequências de  nossas escolhas são absolutamente nossas.  De: Marta Medeiros

Mal entendida...

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Muitas coisas  fiz que não me fizeram bem, não por mim, pois sei quem sou e me gosto assim,  mas por quem não entendeu que eu estava inteira ali e sendo apenas EU.
Elzinha Coelho

Profissão de Futuro

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Uma selva de mulheres com cérebros siliconados, lipoaspirados, botoxilizados, de olhos verdes-dollar, peles cor de ouro, cabelos acobreados e bocas cor de carmim.... fechadas. Que perderam a identidade na cama da vaidade; esqueceram a autenticidade numa bolsa de grife importada; a espontaneidade numa viagem à Paris...  logo estarão buscando-se no divã de um analista ... Minha Santa... haja analista para dar conta da demanda!!
Elzinha Coelho

Pensa Mento...Pensa Mente... Pensa...

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Não sei o que é isso
Se são poemas, versos simples ou rabiscos
Se sou real, ou se no real, nem existo.
Mas se não traço minhas linhas tortas no momento
O vento vem e leva embora o pensamento
Só não emudece esse sussurro ao pé do ouvido...
Ah... o pensamento!
Essa diáspora que me aflige
Me entontece...
Que faz a minha noite ser perpétua
Tão infinita que nunca amanhece...


Elzinha Coelho

Nua Alma Tua!

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Na intimidade das tuas paredes
No afrouxar das tuas redes
Na mansidão, na quietude
Em que navegas nos teu mares
Outros são os teus olhares
Os teus sentires, os teus pesares
Longe estás da multidão.
(Pesado fardo que carregas
No turbilhão de máscaras que usas)
E nesta hora solitária
Desvencilhado de tal peso
Gozas a mágica sublime
De se ver refletido no espelho
Desnudo, inteiro...
E o que, a olhares alheios seria o falso
Aos olhos teus é o verdadeiro!


Elzinha Coelho

A dança dos olhares

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Quando se vêem vira desejo
Olhares trocados
Discretos... ousados
Que se falam... se leem 
Se tocam... se tem. 
Olhares que se beijam
Se entrelaçam, se abraçam
Numa doce cadência
De um vai... que se quer
De um vem... que se deixa.
No encanto da melodia
No ardor da poesia
Os olhares se possuem
Se entregam, se completam
E o que há a sua volta
Não é nada... e na verdade...
Nem importa!


Elzinha Coelho

E assim é...

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Você sempre vai estar onde você se colocar!!!! Não se importe com opiniões, não se incomode com falsidades, nada disso é problema seu. Siga em frente, faça a sua parte nessa "engenhoca" que é a VIDA. Faça bem feito. Faça direito. O que é do bem, atrai o bem. Pro resto.............paciência e amém!
Elzinha Coelho

Letargia

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Minha alma anda muda
Minha boca, está fechada
Quem me olha não pressente
Se estou triste ou contente
Serena ou amargurada
Dúvidas rondam meus pés
Que inertes me paralisam os passos
Incertezas me assombram, me perseguem
Sempre foi assim:
Sem certezas viro um espectro
Não transmito, não absorvo
Apenas fico estática em mim
Não penso, não sinto, não digo
E sempre foi assim!


Elzinha Coelho 

Cristiane Lisboa

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Que não te pedi bulas ou manuais ou instruções. Gosto de não saber, escolho não desvendar e prometo te querer mais um dia. Vamos desistir destas linhas retas e das folhas pautadas. Não precisa decidir mais nada. Só pega na minha mão.
Cristiane Lisbôa
do blog: http://2edoissao5.blogspot.com

Alma de Poeta

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O Poeta é uma Alma Nua Diante de uma janela Escancarada prá rua.
Elzinha Coelho

Amor em vermelho e preto

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A noite se dilui diante deles...
E diante dos próprios olhos, se dissolvem
se revelam...
E é na noite escura e insone
Na calmaria do vento e do tempo
Que se despem da maquiagem
Se acomodam, se encaixam
Sem disfarces ou pudores
E com o clarão do sol
tocando-lhes a retina
Vestem a maquiagem
E voltam para seus horrores.


Elzinha Coelho

Aparências

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Meus olhos, muitas vezes, não dizem o que minha boca vê.
Meu ouvidos, tantas vezes,  não sentem o que meu coração ouve.
Sou uma agonia de verbos descontentes,
oscilantes, comoventes...
Sou errante, pensante, sou do vento!
Me movo lentamente nas frações do tempo
Nos espaços entre o sentido e o pensamento
Nas linhas mornas das palavras aparentes
Subentendidas... ou ausentes.
Sou da vida, sou do mundo.
Sou caminho em construção.
Vagando livremente
Entre o SIM... e o NÃO!


Elzinha Coelho

Mais uma Fatia

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Primeiras horas de mais uma fatia do BOLO que é a VIDA. E que seja sempre doce. Que não azede por falta de cuidados; que não estrague por excesso de temperos. Que a receita, mesmo que só nossa, seja na medida; preparada com carinho, conservada com amor, paciência e ......... jeitinho.......... 
Elzinha Coelho