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Mostrando postagens de Dezembro, 2014

CANTOS DA LUA - TERRA

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FELIZ 2015 

Nesse trem que é a vida! (Relendo)

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Estamos na grande "Estação do Recomeço", onde tudo passa. Passa a passarada, passa a passarela, a aquarela, a beleza da flor bela. Passa o tempo, o vento, o pensamento. Passa o sentido do sentimento, passa a dor, a alegria. Hora a hora, dia a dia... Tudo passa... Tudo muda a cada instante, ato, a cada fato. Passa o mundo, muda o fundo do olhar....Num eterno... incessante... envolvente recomeçar!

Elzinha Coelho

Ano Novo?

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Vem aí um novo ano e aí você pensa, agora vai ser diferente. Tem gente que passa uma vida todinha acreditando que a simples mudança de calendário tem o poder de mudar a trajetória, os ares, até o pesares. Talvez doce, mas certamente uma triste ilusão. Um dia disse nosso encantador Mario Quintana, "Bendito quem inventou o belo truque do calendário(...) dando a impressão de que a vida não continua, mas apenas recomeça..." mas é só impressão. O recomeço pode se dar a qualquer hora, em qualquer lugar, mesmo não sentindo as bolhinhas geladas na ponta do nariz. O recomeço acontece de dentro para fora, do fundo, bem do fundo. Acontece lá onde é preciso coragem para ir. Lá onde acumulamos tralhas mal resolvidas; onde a desordem é gritante e se não fosse o bastante, ainda guardada está toda a parafernália apreendida no calabouço da vida, todas as promessas não cumpridas, todas as desditas, todas as feridas, todas as palavras (mal) ditas, faladas e ouvidas, todo o medo e toda culpa, a…

Inconclusa

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Quanto mais me afasto do que foi, mais entendo tudo o que não seria possível. E eu que nunca acreditei em insistências, caí na armadilha das minhas próprias. Eu que nunca comunguei com as certezas, nem com verdades imutáveis. Que nunca fui lá de grandes manifestações e nem homéricas reverências, me acho aqui pensando... que andar de mãos dadas com o incerto nos dá, decerto alguma coisa; resta saber que "coisa" é essa.
Elzinha Coelho

Sobrevivendo

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Você as vezes, ou muitas vezes, se faz de muda prá ver no que vai dar, de cega prá ver se vai colar, insossa prá ver o que é que há, frágil prá ver se dá prá andar, prá ir ou prá ficar. Você muitas vezes se faz de surda,  numa tentativa insana de não acreditar no que a intuição te sopra no pé do ouvido, nesse jogo sucinto que eu pressinto não ter sido feito prá mim. O bom mesmo é o que nasce sem esforço, é o que vem sem anúncio, sem armaduras, é o espontâneo,  o que te surpreende,  o que te faz rir ou chorar de contente, o que te torna o sono leve, os dias claros, os abraços fartos, os gestos doces, os encantos largos. Bom mesmo é encontrar um chão que te ampara e um céu que te faça brilhar. Você terá sorte se nesta altura da vida, depois de tantas subidas e descidas, encontrar um SER capaz de segurar firme na tua mão, de ser o teu céu , de ser o teu chão! 

Elzinha Coelho