Postagens mais visitadas deste blog
Não tem como não doer...
Poder ser como a água e contornar Como o vento e passar Sem apegos, sem amarras... Tecer a vida Como o tempo tece as horas Sem delongas, sem demoras... Mas não se é tempo, nem água, nem vento Somos presas, pragas, pensamento Ligeirezas, ilusões, sentimentos Somos dores, sabores, amores Somos laços, temores, abraços Confusas emoções, tênues traços Sorrisos, perdas, memórias Lágrimas, sonhos, cansaços Espaços, lembranças, histórias Somos o tudo num só momento O eco, o oco, o profundo O grito de dor no tormento E o riso de alívio do mundo! Elzinha Coelho
Simples assim...
Todo o simples, muitas vezes é o que basta É o que basta muitas vezes ser contente Vestindo-se com palavras generosas Despindo-se do que disso é diferente Pode ser nas muitas vidas já vividas Se encontre o combustível que arrebata Toda dor um dia já sentida Toda lágrima um dia já chorada Nos tantos carinhos divididos Nas estradas e caminhos percorridos Se possa recolher o que há de bom E possa todo o mal ser esquecido No simples, simplesmente possa ver Que tudo oque se quer é o que se tem Poder sentir o ar por sobre a pele E repartir este sentido com alguém Não dá para complicar as tantas lidas Que a vida nos impõe a toda hora Porque não por prá dentro o que é simples E tudo o que não for... fica de fora... Elzinha Coelho (Um poema para a amiga e incentivadora Claudia Dorta Duella)

Comentários
Postar um comentário
Obrigada pela visita. Seu comentário é fundamental. Beijos